Estamos vivendo uma disrupção no modo como consumimos energia. Você já ouviu falar de geração distribuída de energia? E de inovação disruptiva? O termo foi criado em 2015 pelos professores Clayton Christensen, Rory McDonald e Michael Raynor da Havard Business School no artigo “What Is Disruptive Innovation?“. Segundo os autores do artigo, a inovação disruptiva acontece quando uma empresa inovadora desafia as competidoras convencionais, investindo nos segmentos de mercado considerados menos rentáveis, tais como o de clientes com menor poder aquisitivo e/ou na criação de um mercado até então inexistente. Esse movimento foi o adotado pelas grandes empresas de tecnologia que conhecemos hoje tais como Google, Facebook e Netflix.

Você pode não ter percebido, mas a inovação disruptiva está acontecendo no mercado de energia. O modelo tradicional no qual consumimos energia de concessionárias vem sendo colocado em xeque com a disseminação da geração distribuída de energia.

O que é geração distribuída?

A geração distribuída é uma abordagem na qual tecnologias em menor escala são utilizadas para produzir energia próximo aos locais onde ela é consumida, ou seja, nossas residências. Esse tipo de geração oferece muitos benefícios, tais como energia de baixo custo, menor impacto ambiental, além de reduzir ou até mesmo eliminar perdas de transmissão. A energia solar fotovoltaica se destaca como a tecnologia mais empregada nesse tipo de geração, sendo modular, de baixa manutenção e, portanto, capaz de ser instalada na maioria das residências.

Entenda o modelo tradicional de geração de energia

Você já deve ter percebido que o valor da sua conta de energia aumentou drasticamente nos últimos anos. Muito desse aumento aconteceu no ano de 2015 quando o Brasil passou por um dos piores períodos de seca já registrados. O que reduziu drasticamente o nível dos reservatórios de água das hidrelétricas. De acordo com os dados do Balanço Energético Nacional 2016, elaborado pela empresa de pesquisa energética (EPE), 61,9% da energia gerada no país é proveniente de hidrelétricas, que como você deve saber estão localizadas bem distantes de onde a energia é consumida, os grandes centros urbanos. Esse tipo de geração é denominado de geração centralizada e apresenta ineficiências tais como as perdas de transmissão, que estão em torno de 10% do valor gerado. Ainda segundo dados da EPE, 28,1% da capacidade instalada no Brasil é de usinas termelétricas, que são grandes emissores de gases que impactam a nossa atmosfera. Aliado a tudo isso, há a ineficiência de algumas concessionárias de energia, que apresentam problemas de má gestão e se encontram atoladas em dívidas.

A geração distribuída e a inovação disruptiva

Em face do panorama atual do mercado de energia, startups, com estrutura enxuta e mais ágeis que as grandes empresas, estão surgindo com modelos de negócios disruptivos que visam atender a população que sofre com os aumentos das tarifas elétricas no país. É importante dizer que esse movimento só foi possível com a entrada em vigor da Resolução Normativa nº 482/2012 da ANEEL, que estabelece as condições para o acesso da geração própria aos sistemas de distribuição de energia elétrica e cria o sistema de compensação da energia gerada com a concessionária local. Com essa medida, a disseminação da energia fotovoltaica se deu rapidamente, acompanhando o que acontece no mundo inteiro. A energia solar foi a fonte que mais cresceu no Brasil e no mundo no último ano.

Algo bom está por vir…

A Sharenergy se posiciona no mercado como uma alternativa para os clientes que buscam reduzir as suas contas de luz através da geração própria e/ou compartilhada de energia fotovoltaica. A geração compartilhada constitui um sistema fotovoltaico no qual a energia gerada é convertida em créditos pela concessionária e esses créditos são divididos entre os usuários, que podem usá-los para abater na conta de energia de suas propriedades. A Sharenergy está levantando uma base de interessados para oferecer a geração compartilhada que dispensa investimento inicial do usuário. Toda a operação do sistema fica por conta da Sharenergy, garantindo a todos o consumo de energia limpa, de baixo custo e com economia desde o primeiro mês.

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Foto: Activ Solar under a CC BY-SA 2.0 license.

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