Até o ano de 2016, 5.016 consumidores brasileiros decidiram gerar sua própria energia. Esse tipo de ligação, dominado pela energia fotovoltaica, é denominado “geração distribuida”. Como base de comparação, apenas no ano de 2016 a Alemanha teve 47.000 novos sistemas. A previsão é que o Brasil chegue a 1,2 milhões de unidades consumidoras gerando sua própria energia até 2024.

O Instituto IDEAL (Instituto para Desenvolvimento de Energias Alternativas na América Latina) publicou recentemente um relatório revelando informações estratégicas do mercado brasileiro de energia fotovoltaica.

As instalações brasileiras são concentradas no setor residencial e comercial, setores que sofrem mais com o aumento das tarifas de energia elétrica. O estudo também mostra que a maioria (76%) das ligações tem potência menor que 5 KW e que o tempo médio de conexão com o grid saltou de 6 para menos de 4 meses em 2016.

Composição custo Sistema FV

Composição custo Sistema FV. Fonte: Instituto Ideal.

A questão de precificação também foi tema do estudo. Segundo dados coletados de uma pesquisa com 323 empresas do setor, o preço médio do Wp varia entre R$ 6,14/Wp e R$ 8,42/Wp, dependendo do tamanho do sistema. Quando falamos da estrutura de custo, o relatório também é bastante transparente. Ele evidencia que 83% dos custos de uma instalação estão nas partes físicas, o hardware; apenas 17% compõe os chamados “soft costs” relacionados à instalação e projeto. Esse último fato se mostra diametralmente oposto à realidade dos Estados Unidos, por exemplo, onde os soft costs representam 64% do custo total de um sistema.

Classe de consumo

Divisão de micro e minigeradores por classe de consumo. Fonte: Instituto Ideal

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Foto: Som Energia Cooperativa under a CC BY 2.0 license.

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